
Antes de começar, certifique-se de que o servidor de banco de dados MySQL está corretamente instalado e rodando. Este processo descrito aqui foi testado com a versão 4.1, mas pode funcionar também para outras versões.
O Motiro utiliza uma conexão TCP para se comunicar com o servidor MySQL. É necessário certificar-se que o servidor está ativo e escutando por conexões na porta 3306 (a porta padrão para servidores MySQL). Se você não tiver certeza, tente executar o comando:
% telnet localhost 3306
A saída deve ser parecida com
7
<code> 4.1.18-nt</code>
<code> xH?@cU]S,�!?h3d{bUf~jv5A</code>Se não houver resposta, pode ser que seu servidor MySQL não esteja ativo ou não esteja aceitando conexões TCP. Caso julgue necessário como medida de segurança, o servidor MySQL pode ser instruído a aceitar conexões apenas da máquina local.
Para maiores informações, por favor consulte o manual do MySQL.
O Motiro utiliza um usuário de nome 'motiro' e senha vazia para autenticar-se junto ao servidor MySQL. Pode ser necessário acessar três bases de dados diferentes, dependendo do contexto de execução. Os nomes delas são:
É preciso certificar-se que estas bases de dados existem e estão
completamente acessíveis para o usuário motiro. O script a seguir deve
resolver a bronca. É um script para interface de linha de comando que utiliza
o cliente mysql padrão, mas você pode usar qualquer ferramenta com a qual
sinta-se mais confortável (talvez uma com interface gráfica ou web). Deve
dar tudo certo desde que não haja erros de digitação nos nomes das bases de
dados e lembrar de dar todos os privilégios para o usuário motiro.
Para usar o cliente mysql basta acioná-lo como root e dizer algo nessa linha:
(as linhas que começam com '%' são comandos para meu shell e com 'mysql>' são para o banco de dados MySQL, as demais são respostas do sistema)
% mysql -u root -p Enter password: *********** Welcome to the MySQL monitor. Commands end with ; or \g. Your MySQL connection id is 13 to server version: 4.1.18-nt Type 'help;' or '\h' for help. Type '\c' to clear the buffer. mysql> create database motiro_development; Query OK, 1 row affected (0.00 sec) mysql> create database motiro_test; Query OK, 1 row affected (0.00 sec) mysql> create database motiro_production; Query OK, 1 row affected (0.02 sec) mysql> grant all on motiro_development.* to motiro; Query OK, 0 rows affected (0.00 sec) mysql> grant all on motiro_test.* to motiro; Query OK, 0 rows affected (0.00 sec) mysql> grant all on motiro_production.* to motiro; Query OK, 0 rows affected (0.00 sec) mysql> exit Bye
O arquivo config/database.yml contém as configurações de base
de dados para o Motiro. O padrão atual é usar SQLite 3. Para usar suas
recém-nascidas bases de dados MySQL, substitua o conteúdo do arquivo
pelo trecho abaixo.
development:
adapter: mysql
database: motiro_development
host: 127.0.0.1
port: 3306
username: motiro
password: test:
adapter: mysql
database: motiro_test
host: 127.0.0.1
port: 3306
username: motiro
password: production:
adapter: mysql
database: motiro_production
host: 127.0.0.1
port: 3306
username: motiro
password:O último passo para a configuração das bases de dados é estruturar os esquemas corretamente. Felizmente, o Motiro já vem com scripts de migração pré-cozidos para este propósito. Você só vai precisar pedir ao rake para rodá-los.
% rake migrate
Este último passo é idêntico para a instalação padrão. A partir daqui você pode prosseguir pelas instruções principais.