Projeto Redes de Comercialização I

consolidando vínculos entre agricultores(as) e consumidores(as) de produtos agroecológicos no litoral do Paraná.

O Projeto Redes de Comercialização: consolidando vínculos entre agricultores(as) e consumidores(as) de produtos agroecológicos no litoral do Paraná, foi desenvolvido nos anos de 2013 e 2014, com o apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – SETI, do Governo do Estado do Paraná.Atuou especialmente em temáticas relacionadas ao acesso a mercados e à comercialização, visando contribuir na organização de grupos de agricultores e de consumidores de produtos agroecológicos da região, bem como no estímulo a reflexões sobre consumo consciente e responsável.  Nesses mais de dois anos, algumas conquistas podem ser notadas:

Incremento na renda dos produtores atendidos, através do aumento no número de canais de comercialização e da certificação agroecológica, o que garante incremento de 30% no valor dos produtos comercializados nos programas de compras governamentais;

  • Cerca de 40 famílias agricultoras foram atendidas;
  • As famílias agricultoras atendidas entregam alimentos para os programas governamentais de aquisição de alimentos, em cerca de 20 escolas, chegando ao montante de aproximadamente duas toneladas por semanas;
  • Envolvimento de agricultores e consumidores através das partilhas, eventos e feiras de trocas, o que possibilitou o intercâmbio de experiências de modos de vida desses indivíduos;
  • 98 famílias consumidoras foram beneficiadas pelo projeto;
  • Incentivo ao modo de produção ecológico, sem utilização de agrotóxicos ou qualquer outro tipo de insumo químico, o que resulta em melhor conservação do solo, do sistema hídrico natural e de espécies da fauna e flora;
  • Além das publicações realizadas, onde foi aliada a prática com fundamentações teóricas, a equipe do Redes teve a oportunidade de constituir grupos de estudo para tratar sobre temas convergentes ao projeto, como agroecologia, sistemas agroflorestais, sistemas de certificação, consumo responsável, economia solidária;
  • Desenvolvimento de práticas de assistência técnica rural – ATER, para que o trabalho planejado teoricamente pudesse reverberar positivamente e facilitando aprendizados junto aos agricultores beneficiados.
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